Os problemas mais comuns nesses locais são: infiltrações nos subsolos por meio das cortinas e laje do térreo, decorrentes de deficiência nas juntas de dilatação e/ou paisagismo; áreas frias com falta de caimento, deficiência no rejuntamento e ralos; fachadas com trincas e revestimento soltando; falta de impermeabilização em reservatórios elevados e enterrados; laje de cobertura com trincas, falta de junta de dilatação, fixação de antenas e/ou para-raios ou outras interferências que perfuram a laje e propiciam infiltração; e falta de revestimento impermeável nas piscinas.
Ao identificar algum dos problemas citados é importante abordar o assunto em uma reunião com os moradores e iniciar os procedimentos necessários o mais rápido possível. Obra impermeabilizada é obra valorizada.
Além de produtos com qualidade, os administradores devem ficar atentos aos profissionais que farão os reparos. É aconselhável a contratação de mão de obra com experiência comprovada, referências de trabalhos anteriores e que ofereça garantia. Outro ponto importante é fiscalizar o serviço constantemente, verificando se as normas recomendadas pelo fabricante estão sendo seguidas e impedindo qualquer ação contrária ao estipulado em projeto. O administrador deve zelar pela manutenção preventiva das áreas tratadas, documentando tudo o que for executado, e ficar atento às interferências como hidráulica, elétrica e paisagismo.
Fonte: Jornal A Crítica
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